Acredite, algumas são. - digo, mexendo no cabelo em sinal de nervosismoA altura da qual eu caí no treino de Quadribol hoje não seria tão comentada toda vez que eu passasse por perto.
Logo após sair da enfermaria apenas com o pulso esquerdo enfaixado caminhei pelo castelo, hora ou outra ouvindo Grifinórios e alguns Lufanos comentarem “Você viu a altura da qual ele…
Vo-você caiu da vassoura? Como assim? Está tudo bem com você? Aconteceu algo de grave? Quero dizer… Você está bem? - pergunto atrapalhada e sem graça
Tá tudo bem. - respondo, rindo com a sua reação - Não foi nada de mais. Na verdade só quebrei o pulso, mas logo depois a Madame Pomfrey deu um jeito. - digo, passando meus dedos pela faixa enrolada no meu pulso
Está doendo? - pergunto, pegando com cuidado seu pulso enfaixado e acariciando-o levemente.
Não, não mais. - sorrio, fixando meus olhos nas suas mãos no meu pulso - É mais por precaução mesmo. Como foi seu dia? - pergunto, voltando meus olhos para o seu rosto.
Poderia ter sido melhor - digo baixo, resmungando, revirando aos olhos ao lembrar da discussão que tivera com o ser louro mais cedo - e o seu, tirando o acidente, foi bom? - pergunto, sem perceber, ainda segurando seu pulso
O meu foi bem calmo, apesar de tudo. Passei o resto do dia na biblioteca. Mas o que aconteceu? - pergunto, colocando uma mecha de cabelo atrás da sua orelha - Espero que tenha um ótimo motivo pra ter perdido minha queda sensacional no treino hoje. - sorrio, agora levando minha mão até a sua, segurando-a.
- sinto um arrepio ao sentir seu toque - Não aconteceu nada que vale a pena ser dito, acredite - sorrio - E realmente é uma pena eu não ter estado lá, se estivesse, poderia ter lhe feito companhia quando foi à enfermaria e durante o resto da tarde.
Tá certo então, não quero mais desculpas pra perder meus treinos. Você deve ter sido a única Grifinória que não estava lá pra gritar “OH!” quando eu caí. - digo, rindo - E sim, realmente uma pena. - continuo, ainda segurando sua mão.
Me desculpa… estava estudando. - digo, corada, fitando nossas mãos.
Ei, relaxa, já disse. - sorrio, enquanto entrelaço nossas mãos e começo a caminhar em direção ao comunal - Falando em estudar, quando é que você não vai estudar pra darmos uma volta? Sabe… Como eu disse ontem.
Qualquer dia, é só me dizer. - sorrio, acariciando sua mão.
Ah, tá certo. Deixa eu pensar… - digo, levando minha mão enfaixada até o meu queixo - Bom, pode ser amanhã depois de todos os seus períodos de aula? - sugiro - Se não for muito tarde pra você, é claro.
Por mim está tudo bem! - sorrio, sem conter minha animação
Ótimo - retribuo o sorriso, segurando sua mão com um pouco mais de força - Ahn… - começo, olhando para a ponta dos meus pés antes de parar de andar - Você… - agora te olhando nos olhos, respiro fundo antes de continuar - tem planos para o fim de semana?
Não… Por quê? - olho para você, esperando ansiosa por sua resposta
Ah, eu estive pensando que, se acontecer mesmo uma visita a Hogsmeade… Estive pensando se você não gostaria de ir comigo. - pergunto, sorrindo um pouco sem graça - Mesmo se não acontecer, poderíamos fazer alguma coisa juntos. O que acha? - finalizo, passando meus dedos pela sua mão, fitando-a.
Seria ótimo, Jimmy! - sorrio, dizendo a senha para a mulher gorda e entrando na sala comunal junto a ti
Então tá. - sorrio, entrando pelo quadro contigo - Ótimo.
- me sento no sofá, passando a olhar para a lareira, sem saber o que dizer e com um sorriso estampado no rosto
- sorrio ao me sentar ao seu lado - Algum problema?
Problema? - não me contenho e começo a rir - Nada poderia estar melhor! - digo, ainda olhando para a lareira
Não? - pergunto, rindo enquanto levo meus braços atrás da minha cabeça, apoiando-a neles - E por que não?
Não faz pergunta difícil. - digo, ainda rindo, o fitando de lado
Poxas, não é difícil. Nenhuma pergunta é difícil pra você, Granger. - digo, brincando e ainda rindo.
Mas não precisam ser. - respondo, segurando uma das suas mãos, com o olhar fixo no seu - Acredite em mim, pode ser mais simples do que você imagina.
Podem? - engulo em seco, respirando fundo, sem tirar meus olhos dos seus
Podem. - sorrio, percorrendo teu rosto com um dos meus dedos junto com meus olhos - Você não acha?
Eu… - fecho os olhos ao sentir seu toque - não sei…
- sorrio, me aproximando de você aos poucos enquanto levo minha mão até a sua nuca, sussurro - Eu respondo. - e então beijo teus lábios devagar.
- a principio fico sem reação ao sentir seus lábios tocando os meus, mas seguidamente procuro aprofundar o beijo, apoiando uma das minhas mãos em seu peito
- levo minha outra mão até sua cintura, acelerando o beijo aos poucos, subindo a mão da nuca até os teus cabelos, bagunçando-os um pouco
- te puxo para mais perto pela camisa, sorrindo durante o beijo
- diminuo o ritmo, mordo teu lábio de leve, sorrindo enquanto te dou vários selinhos
- rio durante os selinhos, passando a acariciar seu rosto e a fita-lo quando o beijo se rompe
- sorrio, marcando um beijo estalado na tua bochecha - Nem tudo precisa ser tão complicado, viu. - ainda sorrindo, te dou mais um selinho
E pelo jeito as coisas são bem melhores quando simples - sorrio
São mesmo. - sorrio, segurando as tuas mãos, te puxo pra perto levando meus braços até a sua cintura, te beijo lentamente
- sorrio entre o beijo, rompendo-o suavemente e o abraçando
- me afasto de você, sorrindo. Acaricio teu rosto, contornando-o com o dedo indicador, marcando um beijo na ponta do teu nariz
Nunca pensei que alguém me faria tão bem quanto você faz - digo, olhando nos seus olhos
- respiro fundo, retribuindo o olhar - Mesmo? - pergunto, enrolando uma mecha do seu cabelo com o dedo
Uhum - respondo, roçando meu nariz levemente no seu, sorrindo
Ótimo isso. De verdade - digo, fechando os olhos, sorrindo de canto a canto do rosto.
Ei, está na hora de irmos dormir. - digo, acariciando seu rosto - temos aulas cedo. Durma bem, quero ver você bem disposto amanha - digo rindo e o beijo rapidamente, dizendo tchau com um aceno de mão e seguindo para o dormitório feminino.
Ah sim, tem razão. - digo, retribuo o beijo e te observo subir as escadas até que você desapareça.
Ei, está na hora de irmos dormir. - digo, acariciando seu rosto - temos aulas cedo. Durma bem, quero ver você bem...
